Good morning, on July 7
Though still in bed, my thoughts go out to you, my Immortal Beloved,
now and then joyfully, then sadly, waiting to learn whether or not fate will hear us
I can live only wholly with you or not at all
Yes, I am resolved to wander so long away from you until I can fly to your arms and say that I am really at home with you, and can send my soul enwrapped in you into the land of spirits
Yes, unhappily it must be so
You will be the more contained since you know my fidelity to you. No one else can ever possess my heart – never – never
Oh God, why must one be parted from one whom one so loves.
And yet my life in V is now a wretched life
Your love makes me at once the happiest and the unhappiest of men
At my age I need a steady, quiet life – can that be so in our connection?
My angel, I have just been told that the mailcoach goes every day – therefore I must close at once so that you may receive the letter at once
Be calm, only by a calm consideration of our existence can we achieve our purpose to live together
Be calm
love me
today
yesterday
what tearful longings for you... you...you
My life.. my all... farewell.
Oh - continue to love me – never misjudge the most faithful heart of your beloved.
Ever thine
Ever mine
Ever ours
sábado, 26 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Parvoíce... by RAP
Se eu não fosse parvo teria registado o livro em que Fialho de Almeida disse que um dos problemas de Portugal é a fatalidade de quase todos os desgraçados serem parvos. Acho que é na Vida Irónica mas, não podendo garantir, sou incapaz de citar a frase sem ser desta forma imprecisa, e que não pode deixar de se considerar parva. Que sorte. A palavra "parva" acaba de entrar fulgurantemente na discussão pública - como, aliás, há muito merecia - e, largos anos depois de Fialho de Almeida ter escrito a frase que eu, parvamente, não soube citar com mais rigor, estamos entregues à tarefa de avaliar se determinado número de pessoas é parvo por ser desgraçado ou é desgraçado na medida em que é parvo. O caso tem sido pretexto para aquilo a que Camilo chamou "virtuosas parvoiçadas", que é o título do sexto capítulo d' A Queda de Um Anjo mas também podia ser o título do debate sobre a "geração parva".
É um tema acerca do qual eu também fui, evidentemente, parvo. Há alguns meses fiz aqui umas considerações sobre a geração rasca e a geração dos quinhentos euros. Só mais tarde vim a perceber que eram ambas a mesma geração, que é também a geração à rasca e a geração parva. A minha geração tem mais nomes do que Belzebu. A primeira característica desta geração é o facto de ninguém saber bem o que lhe há de chamar. Vicente Jorge Silva chamou-lhe "geração rasca", as empresas chamaram-lhe "geração dos quinhentos euros" e a vida em geral chamou-lhe "geração à rasca". Sendo um grupo de pessoas que resiste à denominação, a geração revelou um desportivismo notável quando, chamada a denominar-se a si mesma, optou por se chamar "geração parva". Sei que, como membro da geração em causa, deveria ter o pudor de a elogiar, mas trata-se de uma geração encantadora. E esperta. Quem sabe que é parvo é um pouco menos parvo, assim como quem diz que nada sabe é um pouco menos ignorante.
No entanto, não é difícil que um conjunto de parvos tome consciência da sua própria parvoíce quando constata que não tem futuro. Esse é um tipo de desgraça que estimula a lucidez. Nesse aspeto, a geração parva deve a sua perspicácia ao facto de estar a viver o PREC da precariedade. A precariedade e o PREC, começando pelas mesmas quatro letras, designam duas conjunturas iguais em tudo menos num ponto: o PREC trouxe insegurança e instabilidade para os patrões, a precariedade traz insegurança e instabilidade para os trabalhadores. O PREC nacionalizou certas empresas e a banca, a precariedade nacionaliza o salário dos trabalhadores para acudir às necessidades de certas empresas e da banca. Quem percebe de finanças na televisão garante que a primeira conjuntura é péssima para a economia, enquanto a segunda é excelente. A primeira é intolerável, a segunda deseja-se. Esta gente é que não é parva.
Ricardo Araújo Pereira, Visão
terça-feira, 8 de março de 2011
Uma Pergunta Sem Resposta ! :)
“Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação?” Hebreus 2.3. Deus pode responder todas as perguntas que lhe fizermos, mas esta ele não pode responder, pois o amor e o interesse que demonstrou pelo homem é evidente. Diz Jesus: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”, João 3.16. O escritor da epístola aos hebreus, depois de ter abordado o assunto “salvação”, pergunta sobre como escapar, se não houver da parte do homem desejo de aceitar essa salvação, que é tão grande. E ele mesmo não responde à pergunta.
Como uma pessoa pode viver, recusando a vida? Seria o mesmo que perguntar: como uma pessoa pode ser feliz, recusando a felicidade? Como pode ganhar um bom salário, recusando um bom emprego? Como pode alimentar-se, recusando o alimento? São perguntas que não têm resposta, pois ela não existe. O rei Salomão, escrevendo o livro de Provérbios, fala muito sobre a sabedoria. E recomenda aos seus leitores que adquiram essa sabedoria, dizendo ser ela mais preciosa do que a prata, o ouro e outras pedras. E alguém, lendo essas recomendações, deseja ser sábio, mas recusa seguir o caminho traçado por ele. Porventura chegará a ser sábio?
A bíblia diz que o caminho da vida é um só. Poderá o homem alcançar a vida, seguindo outros caminhos? Entretanto, muitos, pretendendo receber essa vida, que a bíblia chama de “eterna”, por caminhos inteiramente opostos ao caminho de Deus, querem seguir as suas próprias orientações e não as de Deus. O profeta Isaías adverte em nome do Senhor, dizendo: “Porque os meus caminhos não são os vossos caminhos, e nem os vossos pensamentos os meus pensamentos.
O texto de Hebreus 2.3 diz da impossibilidade de o homem escapar do juízo de Deus, se recusar a grande salvação: “como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação?” Não pense, ó homem vão, que Deus vai afrouxar as cordas. Não pense que ele vai mudar de plano. Não pense que Deus é mutável. Não pense que Deus pode mentir. Deus não é homem para mudar a maneira de pensar e agir. Você, se não aceitar a salvação de Deus, enquanto está vivo, não pense que irá alcançá-la depois da morte, pois não haverá uma outra oportunidade para ninguém.
O apóstolo Paulo adverte: “Se alguém vos anunciar outro evangelho, seja anátema”. E é o que muitos estão procurando e seguindo. Querem um outro evangelho: um evangelho social, com mensagem sem cruz, sem sangue, sem sacrifício do cordeiro de Deus. Querem um evangelho que lhes facilite tudo. Querem chegar ao reino celestial por atalhos e não pelo caminho traçado por Deus. Querem e seguem, só que não chegarão a esse reino celestial, porque, como dissemos, o caminho é um só; e voltamos a repetir as palavras iniciais da bíblia: “Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação?” Prezado leitor, como pretende escapar você do juízo de Deus que irá condená-lo por não ter atentado para uma tão grande salvação? Que Deus lhe dê a sensibilidade e o entendimento, pois, a pergunta não tem resposta.
Pr. Timofei Diacov
domingo, 6 de março de 2011
Alguém sabe onde comprar uma cabeleira, postiça?
Porque é carnaval, a minha professora, do jardim de infância, pediu para irmos à visita de estudo marcada para amanhã, mascarados. Como eu sei que ela até gosta de mim(1% mais do que todos os outros) eu não quero jamais que ela se sinta desiludida comigo, e queria muito mostrar-lhe que não sou mais tímido e nem tenho vergonha de andar com uma cabeleira postiça pelo meio da rua. Ela é para mim a melhor professora do mundo, ela não foi só minha, ela é de todos que se portam bem e fazem os tpcs, mas eu esforcei-me e tentei sempre ser o melhor aluno dela. Por força do destino, escrito pelo ministério da educação, ela disse-me que vai ser recolocada noutra escola, que fica muito, mesmo muito longe do sitio onde ela queria morar e ensinar para o resto da vida. Depois de tantas composições, ditados que ela me mandou fazer e ter ralhado sempre que eu escrevia a palavra “minha” mal (minhaa) eu nunca vou esquecê-la (esquece-la consigo na boa)
Amanhã é por isso o último dia que ela deve dar aulas na minha escola e é também a ultima(sem acento) oportunidade que eu tenho para provar à professora, que o José Carlinhos, de cabelo comprido que ela tanto gosta, não é por isso melhor do que eu em língua portuguesa, nem em trabalhos manuais só pq a professora ensinou-o primeiro a ele!
;)
;)
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